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Seção: Mago: o Despertar
Crônica de Mago o Despertar baseada na elite mundial e sua agenda perpetrada para a formação da Nova Ordem Mundial. (Mais...)
Um Legado antagonista para Mago o Despertar! Quando a religião Cristã converteu os vilarejos da Grã-Bretanha, os sacerdotes da velha fé criaram um grupo secreto com o objetivo de observar os sinais da natureza e prever de que modo poderiam vencer seus novos inimigos. Sob a alcunha de Foices de Ogham esse legado de magos, viu a Igreja aumentar seu poderio sem que nada pudesse ser feito. Agora, eles atuam como uma milícia secreta, atacando lideranças religiosas ao redor do globo. (Mais...)
Segunda parte da historia iniciada em Hong Kong Garden. Levitando sob um pedaço de quartzo mnemônico perdido no cinturão de lembranças no Tempo dos Sonhos, Pilgrimage revisita décadas de amizade que julgava apagadas de sua mente pela húbris. Mas há razões que a própria razão desconhece como ele fatalmente descobriria. (Mais...)
A ideia inicial surgiu de um problema: depois que li o livro básico de Mago: O Despertar (MoD), não senti um pingo de medo, e, se tratando de um jogo de terror pessoal, havia alguma coisa errada. Será que feitiçaria não é um tema assustador ou foi o livro que não conseguiu transmitir isso?
As respostas que encontrei para essa perguntam já resultaram 2 textos, o primeiro sobre o medo das pessoas e o segundo sobre o medo do sobrenatural. Por fim, a terceira parte. Aqui escrevo sobre por que a feitiçaria é algo que mete medo, e como usar isso nas nossas histórias. Lembrando que um texto não exclui o outro, e, frequentemente recorrerei a técnicas ou teorias usadas nos textos anteriores, então, se você não os leu, deixe de ser preguiçoso e leia-os antes de começar este aqui.
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A ideia inicial surgiu de um problema: depois que li o livro básico de Mago: O Despertar (MoD), não senti um pingo de medo, e, se tratando de um jogo de terror pessoal, havia alguma coisa errada. Será que feitiçaria não é um tema assustador ou foi o livro que não conseguiu transmitir isso?
As respostas que encontrei para essa perguntam já resultaram 2 textos, o primeiro sobre o medo das pessoas e o segundo sobre o medo do sobrenatural. Por fim, a terceira parte. Aqui escrevo sobre por que a feitiçaria é algo que mete medo, e como usar isso nas nossas histórias. Lembrando que um texto não exclui o outro, e, frequentemente recorrerei a técnicas ou teorias usadas nos textos anteriores, então, se você não os leu, deixe de ser preguiçoso e leia-os antes de começar este aqui.
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A ideia original era escrever um texto que suprisse de alguma forma a falta de medo que senti ao ler o livro básico de Mago: O Despertar (MoD). Sentir esse medo durante a leitura de um livro da linha conhecida como novo Mundo das Trevas (nMdT) é importante porque é justamente nessas situações que você imagina um punhado de ganchos para histórias incríveis e como dar clima, tom, para elas. Só que a primeira parte do tema, o medo vivido por nós, seres humanos, tornou-se um texto longo e tive de continuar num outro.
Nesta segunda parte, o problema a ser tratado é: por que o sobrenatural amedronta? Acredito que a resposta dessa pergunta, essa informação, pode nos mostrar como melhor manipular o medo alheio em nossas histórias, a favor da diversão. Vamos a ela.
Não sei vocês, mas quando li Mago: O Despertar (MoD) pela primeira vez, eu não senti medo algum. Com exceção do conto introdutório, não senti um pingo de medo lendo todas as 400 páginas do livro básico. No final, quando me dei conta disso, percebi que tinha algo errado. Os jogos do sistema Storytelling foram criados para divertir através do medo, tal como os filmes de terror, e se esse não causou em mim tal sentimento, é exatamente por isso que há algo errado. Mas seria comigo ou com o jogo.
Talvez ambos e talvez nenhum. E justamente para descobrir onde o medo se escondeu é que resolvi escrever este (e possíveis outros artigos) tentando investigar um pouco mais a respeito desse tema que, ao meu ver, não é só uma questão minha.
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Existe uma discussão recorrente sobre Mago: O Despertar (MoD) que só consegui resolver recentemente. Trata-se do problema cultural no cenário. (Mais...)
Numa chuvosa tarde do verão inglês, uma maga lembra de seus dias de juventude nos fatidicos anos 80. Foi neste dia em que conheceu um de seus melhores amigos, o triste Cho. Sioux nunca descobriu os segredos por trás daqueles olhos lânguidos, mas um telefone esperado carrega o estopim do que pode ser a maior missão de sua vida. (Mais...)
algumas horas após os acontecimentos do beco sem saída (Saindo da caverna) (Mais...)










